A campanha da Parada Gay da Bahia deste ano que será vinculado nas emissoras locais apresenta o depoimento de um pai atormentado que tem vergonha do seu filho ser homofóbico.
A criação da Propeg, a agência de propaganda que cuida da conta do Grupo Gay da Bahia (GGB), buscou trabalhar com imaginário invertido da reação de desgosto e desapontamento que pode acontecer quando um pai ou mãe preconceituosos, descobrem que tem um filho gay ou filha lésbica.
Para a ONG, a homossexualidade não é algo que desabone a conduta de uma pessoa, por isso ser gay ou lésbica não é estranho, mas estranho é ser homofóbico.
Além do vídeo, a Parada Gay da Bahia contará com outdoors que mostra a imagem de um gay com a marca de agressão no rosto, cartazes e folhetos que terá a finalidade de convidar a população para a parada e transmitir informações sobre o combate a homofobia.
“É muito difícil mudar comportamentos históricos,” segundo o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, “mas acreditamos que a informação correta e a educação libertadora têm poder de transformar homofóbicos em aliados”.
A 10ª Parada Gay da Bahia acontece no dia 11 de setembro e tem concentração a partir das 11h no Campo Grande.


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