O casal norte-americano Brad Fister e Michel pagaram US$ 60 mil (cerca de R$ 109 mil) para ter sua filha com uma mãe de aluguel indiana.
Brad, 29, viajou para a cidade de Hyderabad, Índia, para buscar a sua filha Ashton, com 23 dias. O pai disse que está “muito feliz” de poder voltar aos EUA com a menina.
Ele já tinha viajado para Hyderabad no ano passado, quando por inseminação artificial, seu esperma fecundou um óvulo de uma indiana e depois implantado na mãe de aluguel.
Brad e Michel, donos de uma empresa de informática em Kentucky, são o primeiro casal gay a ter apoio do consulado dos EUA em Hyderabad para ter um bebê de uma mãe da cidade. Segundo jornais locais, existem outros casais gays na fila de espera.
Na Índia, a prática de alugar o útero é legal desde 2002 e virou uma indústria de negócios lucrativa em várias cidades como Hyderabad, com clínicas especializadas que cuidam de todo o processo, desde a fertilização até o parto.
Com o aumento de procura por estrangeiros, as ‘taxas’ cobradas dobraram. Uma mãe de aluguel recebe apenas 5% do total que um casal gasta com o contrato, o restante fica na conta corrente das clínicas.



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