E o beijaço aconteceu neste domingo, dia 7/fev, nas esquinas da Avenida Paulista com a Rua Augusta. O evento foi em pró do 3° Plano Nacional dos Direitos Humanos.
Raphael Tsvakko, do Fórum Permanente de Defesa dos Direitos Humanos, disse que a escolha da Paulista foi pela movimentação de pessoas e também por causa da exposição.
O ato foi convocado no Twitter, segundo Augusto Patrini, 29, a partir de uma conversa sobre o PNDH3. “Não faço parte de nenhuma organização, de nenhum grupo de militantes”, conta Patrini. “Foi uma ideia espontânea. Mas a repercussão foi tão grande que decidimos, eu e duas amigas, fazer um texto inicial com a proposta do beijaço na Paulista. Hoje ele aparece em dezenas de sites e blogs e as adesões aumentam a cada dia”.
Em seu próprio perfil, Tsvakko, diz que compareceram mais de 300 pessoas, mas poucos foram os casais que foram com o intuito de participar efetivamente do beijaço. “Falta de noção! N tinham tantos casais, mas tinha MUITA gente! Mt’s foram apoiar e ñ necessariamente beijar! Má fé imensa!” desabafou num dos tweets contra a reportagem do portal Terra que quis dar entender que o evento foi pequeno.
Procurado pela nossa redação, Toni Reis, presidente da ABGLT, disse que a entidade não foi procurada oficialmente, mas acreditava que algum representante de São Paulo poderia estar presente no ato.
Galeria de fotos do beijço no Flickr de aritanadantas
Via Terra, G1, R7.com, Blog da Britney Meneghell



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