Latiesha Green, quando nasceu foi registrada como Moses Cannon, mas só começou a vivenciar a sua orientação feminina aos 16 anos.
Ela sempre andava como mulher, com vestidos e maquiada, mas no dia do seu assassinato, saiu de calças jeans e camiseta, o que reforça a tese que DeLee tenha confundido como um gay.
Dwight DeLee, 20, foi condenado a 25 anos de prisão por ter matado em novembro de 2008 a transex Lateisha Green, 22, com um disparo no peito dela.
Ele recebeu a sentença hoje em Syracuse pelo juiz William Walsh. No mês passado, ele foi julgado culpado por homicídio de primeiro grau de crime de homofobia, em Nova York.
O júri, composto por seis homens e seis mulheres, acabou anteriormente absorvendo DeLee da acusação de homicídio, acreditando que ele teve apenas a intenção de ferir Green e não mata-la, depois que ele deu um tiro com uma espingarda calibre 22.
Para seu advogado, Clarence Johnson, DeLee não teria cometido crime de homofobia, e os insultos homofóbicos que várias testemunhas afirmaram ter ouvido antes dos tiros foram destinadas a outras pessoas da festas e não para ela.
DeLee foi acusado de crime de homofobia apenas com base que ele pensava que Green fosse gay, ao invés de transexual.



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